O que muitas pessoas chamam de liberdade é, em geral, uma boa justificativa para o consumo de aditivos. Nossa sociedade está mergulhada em paliativos, que vão da droga mais poderosa ao hábito mais banal.
Sexo, brigas, roupas, comida, álcool, ginástica, calmantes, paixões em sequência são alguns dos vícios mais comuns que as pessoas adotam para enfrentar a atual insegurança em que vivem. Há pessoas que precisam estar diariamente apaixonadas. Por isso, começam e terminam relacionamentos apenas para experimentar a euforia de uma nova paixão. Os vícios funcionam como válvulas de escape de quem não quer se dar conta do vazio de sua vida.
Nem mesmo a meditação e a terapia, técnicas criadas para auxiliar o homem a encontrar suas verdades, escaparam desse desvio. Para muitos, funcionam como muletas que sustentam vidas constrídas em cima de ilusões.
Qualquer pretexto serve para encobrir a angústia de desperdiçar a vida, até o momento em que a depressão ergue um espelho à nossa frente.
Mas pior é quando as pessoas viciam no sofrimento e não conseguem mais desfrutar sua vitórias. Às vezes, tude está correndo bem à sua volta, mas elas preferem enxergar prblemas onde existem possíveis alegrias.
A felicidade é feita de pequenas pérolas que cultivamos a cada dia, a cada hora. Portanto, desenvova hábitos que criem mais alegria em sua vida.
"Infelicidade é antes de tudo, um estilo de vida. Uma forma de olhar o mundo pelo lado contrário. Em vez de você tirar proveito do momento atual, lamenta-se do que poderia ter acontecido.
Na vida, é importante acertar na primeira vez, porque nem sempre dá para passar a limpo tudo o que foi feito de errado. Perceba que a oportunidade está no presente, não no passado. Então aproveite esse momento, pois ele nunca se repetirá."
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