Estava ontem em casa e peguei uma revista que minha mãe comprou pra ler. Comecei a ler e não parei mais, tem vários assuntos interessantes, desde beleza, moda à assuntos de amor, e teve um que me chamou atenção, pois o nome da matéria chama-se "A matemática do Amor".....hahahahahaha...... Nossa estou pensando até agora no que eu li e estou tentando me encaixar, encaixar todos os relacionamentos que já tive e os que vivêncio com amigos e amigas num daqueles modelos.....rsrsrs......vou colocar uma parte da matéria pra vcs e veja em qual desses se encaixa.
"A matemática do Amor"
Para qemestá procurando um par ou tendo dificuldades com algum pretendente, é bom poder identificar as contraindicações. Gottman (Professor emérito de psicologia na Universidade de Washington)alerta que existem pessoas que não nasceram para casar. Os incapazes de confiar em alguém ou emocionalmente frios se dão mesmo melhor em relações temporárias. Para o especialista, se a incapacidade de confiar é estratural - ou seja, se vem desde a infância -, ela é irreversível. Quanto às pessoas frias, o relacionamento só avançará se o par amém for mais racional, sem expectativas de grandes emoções. Por fim, os estudos comprovam famosa incompatibilidade de gênios. Quando um gosta de viver num clima de conflito e o outro não, é problema na certa. Idem para a situação em que um deseja discutir a relação e o outro foge disso - se ninguém topar mudar, o fracasso é apenas uma questão de tempo. Há ainda os tipos alérgicos a compromisso. É o caso dos egoístas ao extremo. Afinal, a natureza do casamento é a vida a dois. A advogada ****** acredita que essa era a dificuldade do ex-marido.
"Ele só se preocupava com os próprios assuntos. É um homem que se basta, não precisa de ninguém. Não agia assim só comigo, mas com todos aos seu redor." Ela sentia que nada do que falava era importante para *******. Eele nãoacmpanhava em nenhum evento social ou programa com amigos. Por outro lado, ela admite que o ex sempre se portou assim. Ela é que acalentava a esperança de mudaria depois do casamento. Isso não ocorreu e em três anos eles se separaram.
Para os românticos, que hesitam em misturar amor com números, Gottan frisa que é possível, sim, medir e analisar características e atitudes que facilitam ou dificultam a vida a dois. Não há, porém, método capaz de encontrar o parceiro "certo" para alguém. A flecha do cupido não está mão da ciência. Trm coisas que só o coração explica. E ele sempre pode receber um novo amor, caso o antigo não tenha dado certo.
Agora depois que terminei de digitar acho que já encontrei em qual me encaixo....hahahahahahaha......quem me conhece de verdade vai saber, mas não se preocupe, as pessoas mudam quando querem mudar e precisam mudar ;)
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